Minha cabeça sempre funcionou como um arquivo visual.
​​​​​​​Aos 12 anos, uma professora de Artes me perguntou se eu já tinha pensado em fazer arquitetura.
Digamos que eu levei a ideia bem a sério.
A arquitetura me ensinou a enxergar as pessoas, entender comportamentos e gerar sensações. Ela moldou completamente o meu olhar e a minha forma de criar. Mas, com o tempo, percebi que não queria exercê-la da forma tradicional. Decidi mergulhar no design.
Criei campanhas, identidades, manifestos, embalagens e experiências para marcas de diferentes segmentos. O design me ensinou a construir narrativas e a olhar com os olhos de quem compra.
Por um tempo, eu tratei arquitetura e design como caminhos separados. Não funcionou. Era na união dos dois que eu me reconhecia.
Foi assim que cheguei à direção criativa e ao Feel the Form: o meu jeito de conduzir uma marca do sentimento à forma, seja ela uma identidade, uma embalagem, um espaço ou uma vitrine.
No Instagram, compartilho o meu arquivo: arquitetura, arte, moda, cinema, marcas e objetos que alimentam o meu olhar.
Toda marca desperta uma sensação.
Antes da cor, da tipografia, da embalagem, do espaço.
Antes da campanha, da fotografia, da vitrine que expõe o seu produto.
Sempre existe algo que faz sentir.
Uma marca nunca é percebida em um único ponto. Ela é a soma de várias experiências.
O que ela diz.
O que ela mostra.
O espaço que ocupa.
Os objetos que cria.
A maneira como recebe.
Os detalhes que escolhe mostrar.
Quando todas essas escolhas partem da mesma direção, elas deixam de ser decisões isoladas e começam a contar uma história.
Feel the Form nasce desse entendimento.
Um processo que conduz a marca do sentimento à sua forma ideal.
Sentimento + Estratégia + Narrativa + Visual + Forma.
A forma?
Pode ser uma identidade. Uma embalagem.
Uma campanha. Um espaço. Uma vitrine.
Uma experiência.
Não existe uma resposta certa.
Cada marca encontrará a sua melhor forma. Mas, antes, ela precisa de direção.

Feel the Form.​​​​​​​